sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Opus 2 - 1º Movimento: Ernesto Nazareth


Ernesto Nazareth, o compositor que faz 150 de existência no ano de 2013, nesse podcast
Tiago Malta (@OTiagoM) e Daniel MM (@Danielviola) contarão a história desse grande compositor brasileiro, sua trajetória de vida, e sua inovação na música brasileira.


Nesse Podcast: 
-Relembre como se dança o Maxixe
- Saiba quem foram os "Guerreiros" 18 do Forte
- Tente Desvendar o Falecimento desse Fantástico Pianista
- E por último (mas não menos importante), ouça muita música boa 


Para Baixar Clique AQUI

Ou Apenas Aperte o Play:




Trilha Sonora


Apanhei te Cavaquinho


Coração que sente

Dança do Maxixe - Companhia do Pagode 
Dengoso
Eulina Alexandre Dias

GaúchoImproviso (Estudo De Concerto) - Maria José Carrasqueira
Marcha Heróica ao 18 do Forte - Alexandre Dias
Mesquitinha
Não caio noutra!!! - Giovanni Sagaz e Eduardo Tiriba Moore
O canto do Pajé - Coral Melodia
Odeon - Bernd Lhotzky
O Futurista (versão Piano Grafitado) - DJ MixXxuruca
Super-homem e o piano do Espírito Santo - Funk Progressivo
Tenebroso - Daniel MM
Vitória - Alexandre Dias
Você bem Sabe


Links de Referencia
site 150 Ernesto Nazareth
www.ernestonazareth150anos.com.br


Ernesto Nazareth
http://www.ernestonazareth.com.br

Os 18 do forte
http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/07/Os_18_do_Forte.jpg


Villa-lobos e o Estado Novo de Vargas
http://euterpedespedacada.blogspot.com.br/2012/06/relacao-de-villa-lobos-com-o-estano.html


Escola Portátil
http://www.escolaportatil.com.br/

Sobre Jacob do Bandolim e o Suicídio de Ernesto
http://www.ernestonazareth150anos.com.br/posts/index/28 


Momento mico, dei uma nota fora (NOVO)
Estado Novo de Vargas

Desenho da capa: Daniel MM
Arte Final: Felipe Manhães
Edição de áudio: Tiago Malta

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8 comentários:

  1. Sinceros parabéns, programa bem editado, divertido, e com muito conteúdo.
    Sucesso, pra vocês e não demorem a publicar o próximo, tem muita coisa pra explorar, vocês ainda precisam alcançar Martinho da Vila, Arrigo Barnabé, Paulinho da Viola, Elis Regina, Mozart, Björk, Michael Jackson, Elvis...
    ;)

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    1. É isso mesmo Ivan, assunto é o que não falta, e vou te falar, um dos que você citou é assunto de uma de nossas próximas pautas.
      estamos bem devagar nos casts por falta de tempo. Mas depois de um ano de blog as coisas vão melhorando e tomando forma, acredito que a Euterpe despedaçada terá mais essa cara. Obrigado pelo comentário. acredito que você irá gostar da próxima Biografia que fizermos. =)

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  2. "Você não gosta de mim, mas sua filha gosta"
    dizia o funkeiro pra madame de nariz empinado...

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  3. Muito bom. Por mim não tem problema na produção lenta de casts. Só não pode é acabar.
    Quando tocava uma polca ou chorinho, queria dar uma de eruditinho e dizia que devia ser Chiquinha Gonzaga. Agora posso dizer que conheço um pouquinho também de Ernesto Nazaré. Não sei se é porque agora sou pai, mas fiquei tocado com a música que fez para sua filha Eulina.
    Ah, e ainda espero a conclusão do Anel de Nibelungo, hein?

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    1. Fala Billy, obrigado por comentar o episódio. Realmente a vida toda de Ernesto é muito comovente, ele pra mim representa um cara que batalhou sua vida toda, teve filhos, se dedicou a música e por fim morreu da forma triste que foi.
      O Anel está em andamento, essa terceira parte está um pouco lenta devido a fase de monografia que estou tendo, mas boa parte dos áudios já foi gravada, e sim! temos que fechar a tetralogia ainda esse ano!

      Abraços e até mais.

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  4. Muito bom o episódio!

    Nazareth tem que ser sempre homenageado por inúmeras coisas, mas foi o primeiro a realizar, talvez Scott Joplin também, um tipo de música que pode ser encaixada como popular ou como erudita. Todo o pessoal como Hermeto, Gismonti, entre outros, acabam caindo na trincheira aberta perlo Nazareth.

    Só discordo um pouco da parte que se comentou sobre o Choro ser um gênero atribuído a virtuoses como um processo de intelectualização da música popular. No século XIX o grande chorão é o Callado, sendo Flor Amorosa reconhecido como primeiro Choro. Eu comento por ter feita entrevista em vídeos com grupo de chorões e outras pesquisas. Em geral, na época quem sabia ler música era quem tocava o instrumento de sopro e solava o tema, sendo todo o acompanhado improvisado, tanto em acordes com contracantos, no momentos da execução. Já no século XIX se fazia isso, tendo uma certa tradição brasileira nessa prática, talvez derivado dessas práticas na renascença e no barroco. Então aqueles músicos que tocavam polcas, modinhas, lundus, entre outros, no Rio de Janeiro, quando iriam brincar com seus instrumentos tocavam o Choro, daí essa característica mais virtuosística, de uma harmonia com dominantes individuais.

    Até hoje, em São Paulo e Rio, há muita improvisação no acompanhamento. Para entrar num roda de choro você passa por um teste, no qual quem está do seu lado vai fazer brincadeiras rítmicas e harmônicas para ver se você se perde no acompanhamento ou na criação de contracantos. Ao se perder, você meio que sai da roda, conseguindo se manter, ai te chamam para tocar mais vezes. Tive essa experiência com um violonista de 7 cordas que tocou com o Demônios da Garoa, está falecido já, e quando ele era moleque isso já era uma velha tradição.

    Talvez tenha um pouco de intelectualização, mas já tinha essa coisa do momento de tocar choro ser para brincar com os instrumentos, ou seja, ai o pau comia...

    Grande abraço e muito o episódio!

    Tiago

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    1. Fala Tiago, muito obrigado pelo comentário sobre o programa. Muito artista hoje meio que cai nessa mistura o que eu acho ótimo. Muito legal essa historia do "teste" ao músico, deve ser interessante vivenciar um teste desses.
      Volte sempre cara, abraços

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