segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Mr. Catra Roqueiro


O Beco

Por volta da década de 1980 surgia o guitarrista e vocalista Wagner Domingues da Costa com a banda “O Beco”. Esse Wagner seria conhecido mais tarde no Funk como Mr. Catra. O passado roqueiro de Catra traz espanto a algumas pessoas que não conseguem conciliar como o famoso funkeiro Catra poderia ser um apreciador de rock, e ainda guitarrista também! Claro que essa desconfiança não passa do esteriótipo que criam ou mesmo preconceito contra o músico. Não existe nenhuma gravação da banda na época em que Catra tocava e cantava, mas existe um vídeo de banda na década de 1990 tocando Ska, sem o Catra em sua formação.

O próprio Catra diz que quando era mais “moleque” tinha uma banda de Rock and Roll. Diz que além de guitarrista também era o vocalista.
Parece que a banda fez um relativo sucesso nas festas particulares, escolas e faculdades. Na década de 1990 Catra abandonou a banda para começar sua carreira no Funk, mas mesmo trabalhando com Funk o funkeiro não abandonou seus gostos antigos, diz que gosta de rock nacionalcomo o Camisa de Vênus, Titãs e as bandas internacionais Led Zeppelin, Deep Purple e Judas Priest.

Mr. Catra e os Apóstolos

 

Catra fez o seu primeiro trabalho de Rock e Funk junto com os Ápostolos, conhecidos também como Apóstolo Funk Experience formado por Di Negão, Marcellinho Stanley Svaig, Reinaldo Goredoom,  Leandro Neurose, Dj Edgar e Pacato. O projeto não foi muito adiante mas serviu como base para as primeiras experiências de Mr. Catra ao misturar Rock, Funk e diversos ritmos. Tem algumas gravações feitas no Studio base A.
 

Mr. Catra e os Templarios



Ao que parece Catra voltou ao mundo do Rock, com um projeto que se chama “Mr. Catra & Os Templários”. Existem ainda poucas informações sobre a banda, muitas pessoas guardam ansiosamente pelo resultado do trabalho. É possível conhecer um pouco do som da banda, que pelas Hastags se definem como Funk Metal, Rapcore, Rock, Hardcore e Power Funkin Roll. O som foi gravado do Studio Z e pode ser conferido nesse vídeo no facebook

A galera é praticamente a mesma da formação anterior, Marcello Nunes na Bateria, Baixo de Stanley Zvaig, na Guitarra com Reinaldo Goredoom, e
Percussão de Wellington Coelho e Morgan Stern.

Também podemos notar batidas mais regionais em uma levada mais voltada para música Africana (como fica claro na Hastag #Afrofunk) mostrando que o som vai explorar muitos gêneros musicais e mistura-los ao rock.

É possível conferir alguns trechos de algumas músicas no facebook da banda:

Links de referência
http://whiplash.net/materias/curiosidades/193207-beco.html
https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20130420164206AAJccb6
http://www.revistaafro.com.br/entrevistas/mr-catra/
http://www.obaoba.com.br/brasil/magazine/mr-catra-amp-os-apostolos-em-show-no-sergio-porto




sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Opus 3 - 3º Movimento:Guerra-Peixe


Fechando o ano de 2014 com muita honra falaremos sobre esse importante compositor brasileiro, que nesse mesmo ano comemora seu centenário: César Guerra-Peixe! Contaremos um pouco de sua vida e trajetória. Um feliz ano novo a todos!
Participação de Daniel MM e Tiago Malta



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Desenho da capa: Daniel MM
Arte final: Felipe Manhães
Edição de áudio: Tiago Malta

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Opus 3 - 2º Movimento: Quem tem medo de Funk?


Quem tem medo de Funk? Gênero musical tão estigmatizado e atacado por nossa sociedade moralista, vamos debater sobre o Funk e o preconceito contra o pancadão. Já existia planos de fazermos um podcast sobre o Funk e os preconceitos disseminados por quem não curte o gênero, graças ao video de Nando Moura, acabamos por agilizar o processo e conseguimos produzir esse baseado no video citado.
Participação de Daniel MM, Tiago Malta e os convidados Jorge Valpaços (Pare&Pense, Debate Histórico) Renato Martins (Funk na caixa) Tiago especialista (Randoncast, Nérdopole, Pensamento pesquisa e reflexões)



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Desenho da capa: Daniel MM
Arte final: Felipe Manhães
Edição de áudio: Tiago Malta

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Geisa Fernandes, a pintora de autorretratos musicais


 Texto e análise de : Tiago de Lima Castro e Daniel Marcos Martins

Geisa Fernandes, cantora de música popular brasileira, viajou para Campinas com 18 anos e cursou a UNICAMP, sendo formada em História com doutorado em comunicação. Em 1995, viajou para Osnabruck na Alemanha, depois de três anos rumou para Hasselt na Bélgica, voltando ao Brasil um ano e meio depois já em 2000. Fixou-se em Niterói em 2004, na qual mora até hoje.

Lançou seu primeiro disco em janeiro de 2013 pela Capital Carioca. O álbum leva seu próprio nome e possui músicas de sua própria autoria, com exceção de “Brejeiro” do compositor Ernesto Nazareth, que completava 150 no mesmo ano de lançamento do disco. Geisa explora vertentes da MPB, passeando entre o Jazz, Samba e Pop.


Os franceses consideram a música de Geisa como um “Latin Jazz”, sendo normal vermos a classificação de “Jazz” para alguns ritmos brasileiros no exterior. É interessante observar como Geisa se encaixa na definição de “Latin”, ou seja, um Jazz latino enriquecido com ritmos Latino Americanos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Justa Aumentada #3: Paulinho Bicolor



Vamos bater um papo com o cuiqueiro Paulinho Bicolor, contando sobre sua experiência no Samba e falando desse instrumento tão peculiar: a Cuica. Não conhece o instrumento? Acha que ele faz pouca coisa? Até o Rock já usou Cuica! Então escute essa entrevista e saiba mais sobre esse instrumento musical.



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Arte: Felipe Manhães
Realização e edição: Daniel MM.



sábado, 25 de outubro de 2014

Slipknot: Resenha de 5: The Gray Chapter:


Por: Jullian Ventura.


Após ouvir o disco é difícil organizar as ideias pra começar a comentar algo, o disco na abertura (XIX) já começa como todo o show do Slipknot, cheia de suspense, mais já apresenta novas timbragens e quando menos se espera soam palavras de ordem bradadas por Corey a plenos pulmões, mas vamos direto e reto como eu gosto em resenhas, nesse disco você não verá o novo baixista e baterista criando algo mirabolante, lembre-se eles ainda não fazem parte da banda, então como bons músicos de estúdio seguiram bem as ordens dos verdadeiros membros, o disco tem a cara e assinatura do Slipknot, o fato do Joey Jordinson (ex-baterista) não estar nesse disco e ser um dos principais compositores do Slipknot realmente não fez falta, o disco tem melodias e letras que transpiram o velho e bom Slipknot, porém com uma roupagem melhor, esse disco é uma evidência de continuismo do disco "Subliminal Verses Vol.3" de 2004, a música da banda evolui bastante a partir desse ponto, Jim Root e Mick Thomson reafirmam o casamento na dobradinha de guitarras que funcionou muito bem mais uma vez.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O Anel dos Nibelungos - Parte IV, O Crepúsculo dos Deuses


Finalmente chegamos a última parte do Anel dos Nibelungos. OsGibichungs e o trágico fim dessa tetralogia colossal, a cobiça pelo anel e a ganancia dos homens que se matam pelo ouro do Reno. Escapara Siegfried da maldição do Anel? Qual sera o destino final do anel dos Nibelungos? Os Deuses então deixarão de existir?


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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Privatização da Escola de Música Villa-Lobos: O relato de um ex aluno contra a privatização.

Foto: Marina Miglieta

   Comecei a estudar no Villa Lobos em 2000, eu era um rapaz cheio de entusiasmo e me lembro de quando cheguei nos corredores daquela magnífica escola pela primeira vez, onde fiz minhas primeiras amizades. Vi um rapaz saindo do auditório Guerra-Peixe e ser abraçado por uma colega que dizia “eu vi sua apresentação, ficou linda!” Senti que aquele era o melhor lugar para começar a viver e sentir música, onde conheceria pessoas que carregaria comigo durante a formação como músico e mesmo após ela.
    Sempre morei em Campo Grande, a uns 60km dali,  vindo de um lugar em que não tínhamos escolas de música (a conhecida Dinear não tinha curso de violino que eu queria fazer e anos depois acabou fechando) foi uma das melhores escolhas que eu poderia fazer, um ambiente agradável com ótimos professores. O preço era acessível (algo em torno de 200 reais por semestre) para uma pessoa nas minhas condições esse era o lugar ideal. A Escola se situa no centro da cidade, recebendo alunos de toda parte do Rio de Janeiro. Acabaria vendo que muitos estavam na mesma situação que eu, que vinham de longe, como Nova Iguaçu, Paracambi e regiões até mais longínquas.


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Justa Aumentada # Edição Especial: Orleans Street Jazz Band

Entrevista com o trombonista Alexandre Arruda da Orleans Street Jazz Band (Com participação do produtor Gabriel Padial). Conheça o jazz de rua de New Orleans e descubra como esse estilo peculiar chegou por aqui e ganhou um tempero brasileiro nas interpretações dos clássicos executados pela Orleans Street Jazz Band.
Essa é a primeira edição “X” (especial) do Justa Aumentada, gravada nas instalações do SESC Ribeirão Preto em agosto de 2014 durante o festival SECS Jazz and Blues.

Escutem o podcast clicando AQUI
ou AQUI

Edição: Cave Noctua Creative Audio
Produção: Gabriel Perboni e Pablo Lopes
Arte: Felipe Manhães
Foto: Lucas Shows (divulgação)
Agradecimento especial para Camila e todo o Departamento de Comunicação do SESC Ribeirão Preto

Links:
Cave Noctua
Cave no Facebook

Origem deste post em
http://cavenoctua.com/podcasts/justa-aumentada-x-orleans-street-jazz-band

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

PORÃO DO ROCK, programação completa


Porão do Rock, um dos maiores festivais brasileiros de música, ativo desde 1998, chega a sua décima sexta edição. O evento ocorrerá nos dias 30 e 31 de agosto (sábado e domingo), no estacionamento do Estádio Mané Garrincha, com shows a partir das 17h. O festival já conta com 35 atrações confirmadas!!!